Gestão social de recursos naturais, bioeconomia e negócios de impacto social na Amazônia
Raoni Fernandes Azerêdo,
Mariluce Paes- de-Souza,
Mário Vasconcellos Sobrinho,
Ana Maria de Albuquerque Vasconcellos and
Zilma Borges de Souza
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Raoni Fernandes Azerêdo: Universidade Federal do Oeste do Pará, Campus Alenquer, PA, Brasil
Mariluce Paes- de-Souza: Universidade Federal de Rondônia, Departamento Acadêmico de Administração, Porto Alegre, RO, Brasil
Mário Vasconcellos Sobrinho: Universidade Federal do Pará, Programa de Pós-graduação em Gestão de Recursos Naturais e Desenvolvimento Local do Núcleo de Meio Ambiente, Belém, PA, Brasil
Ana Maria de Albuquerque Vasconcellos: Universidade da Amazônia, Programa de Pós-Graduação em Administração, Belém, PA, Brasil
Zilma Borges de Souza: Fundação Getulio Vargas, Escola de Administração de Empresas de São Paulo, São Paulo, SP, Brasil
Cadernos Gestão Pública e Cidadania, 2025, vol. 30, e93734
Abstract:
A Amazônia, reconhecida por sua rica biodiversidade e por ser um dos maiores reservatórios de carbono do planeta, enfrenta desafios significativos relacionados à gestão de seus recursos naturais, como a exploração desenfreada em grandes projetos desenvolvimentistas, a degradação ambiental, as desigualdades sociais e a fragilidade das políticas públicas. Entretanto, há séculos, muitas comunidades locais se relacionam com a natureza de forma sustentável. Essas comunidades entendem a natureza como um bem comum que pode ser explorado, desde que na mesma velocidade em que se regenere e seja em benefício de todos. Historicamente, dentro da cultura estabelecida, essas comunidades praticam a gestão social dos recursos naturais, pois dialogam, promovem a participação, cooperam e tomam decisões coletivas em prol das pessoas que as constituem. Exemplos clássicos dessa cultura incluem a prática do mutirão e a formação de associações comunitárias. No contexto produtivo, mais recentemente, destaca-se a criação de associações e cooperativas voltadas à produção em pequenos negócios extrativistas e/ou de agricultura familiar. Dependendo do conceito de negócio e bioeconomia adotado, pode-se afirmar que essas comunidades locais desenvolvem negócios bioeconômicos ou mesmo sociobioeconômicos.
Date: 2025
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