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A (DES) CONFIANÇA FACE AO SISTEMA BANCARIO PORTUGUES – O CASO DOS HABITANTES DA CIDADE DE BRAGANÇA- PORTUGAL

António J. G. Fernandes (), Maria I. B. Ribeiro () and Francisco J. L. S. Diniz ()
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António J. G. Fernandes: Instituto Politécnico de Bragança – Escola Superior Agrária, Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro - Centro de Estudos Transdisciplinares para o Desenvolvimento
Maria I. B. Ribeiro: Instituto Politécnico de Bragança – Escola Superior Agrária, Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro - Centro de Estudos Transdisciplinares para o Desenvolvimento
Francisco J. L. S. Diniz: Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro - Centro de Estudos Transdisciplinares para o Desenvolvimento

Investigación en Ciencia Regional, 2016, vol. VII, issue 1, 45-56

Abstract: O objetivo deste estudo foi analisar o comportamento do consumidor face ao sistema bancário português. Para o efeito, desenvolveu-se um estudo transversal, observacional e descritivo baseado numa amostra acidental constituída por 456 indivíduos que foram inquiridos através de um questionário de autopreenchimento. O questionário destinava-se à população ativa e pretendia averiguar a opinião dos portugueses em relação ao sistema bancário e à atual crise que se faz sentir em Portugal. Para além disso, visava, ainda, perceber o comportamento dos consumidores face aos produtos financeiros. A recolha de dados decorreu durante os meses de novembro e dezembro 2014 e janeiro de 2015 na cidade de Bragança. Os dados foram editados e tratados com o SPSS 22.0 (Statistical Package for Social Sciences). Calcularam-se estatísticas descritivas, nomeadamente, frequências absolutas e relativas. Pode-se afirmar que os portugueses se sentem desagradados com a situação económica e financeira portuguesa pois consideram que os rendimentos são baixos e a carga fiscal é elevada e desproporcional face ao nível de rendimento. Os resultados mostram que, com a atual crise que se sente em Portugal, os cidadãos de Bragança estão bastante preocupados. Esta situação traduz-se na redução do rendimento mensal ou no desemprego que levou à alteração de alguns hábitos do quotidiano dos inquiridos de forma a conseguirem reduzir as despesas. Segundo os inquiridos, o futuro é muito incerto pois mesmo quem tem emprego receia poder vir a perdê-lo. A educação dos filhos e o pagamento do crédito à habitação são também motivos de preocupação. Relativamente às instituições bancárias, os inquiridos consideram que o atendimento, a confiança e a simpatia são aspetos positivos. Pelo contrário, as comissões cobradas, as elevadas taxas de juro e o horário de atendimento foram identificados como aspetos negativos.

Keywords: Consumidor; Produtos financeiros; Sistema bancário; Crise financeira; Bragança; Portugal (search for similar items in EconPapers)
Date: 2016
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