A economia da Semana de Arte Moderna de 1922
Sérgio Ribeiro da Costa Werlang
No 570, Textos para discussão from FGV EESP - Escola de Economia de São Paulo, Fundação Getulio Vargas (Brazil)
Abstract:
Este artigo investiga a Semana de Arte Moderna de 1922 do ponto de vista da Economia da Arte. As definições formais de arte tendem a ser de dois tipos: funcionalistas e convencionalistas; com a definição convencionalista possuindo similaridades com o equilíbrio de Nash e seus múltiplos resultados. A Semana de 22 é coerente com a definição convencionalista, no sentido de que é possível ter interpretações distintas sobre seu valor artístico. E uma interpretação é que a Semana de 22 foi uma maneira de introduzir a visão modernista para a elite paulista – visão esta que já estava presente no Rio de Janeiro desde a primeira década do século XX.
Date: 2024-04-08
New Economics Papers: this item is included in nep-his
References: Add references at CitEc
Citations:
Downloads: (external link)
https://repositorio.fgv.br/bitstreams/f3c90f5a-a99 ... 27340e8d3ba/download (application/pdf)
Related works:
This item may be available elsewhere in EconPapers: Search for items with the same title.
Export reference: BibTeX
RIS (EndNote, ProCite, RefMan)
HTML/Text
Persistent link: https://EconPapers.repec.org/RePEc:fgv:eesptd:570
Access Statistics for this paper
More papers in Textos para discussão from FGV EESP - Escola de Economia de São Paulo, Fundação Getulio Vargas (Brazil) Contact information at EDIRC.
Bibliographic data for series maintained by Núcleo de Computação da FGV EPGE ().